domingo, 23 de novembro de 2008

http://www.youtube.com/watch?v=ZYJhVTQSALc
A Freudiana...♥

sexta-feira, 15 de agosto de 2008


Uma vez, há muito tempo atrás
eu estava ouvindo Cartola

conversando com meu pai
numa dessas conversas de boteco,
de frente pra birita, e eu cá,
sem ele saber, cheia de problemas
frente àquilo.Então ele me disse,
ébrio:

- Cartola fez essa música para sua filha
em seus 15 anos poi
s ele não tinha dinheiro
para presenteá-la.


Naquele momento
achei
que ele estava me jogando
alguma indireta relacionada a
minha vida...Que meus sonhos
se
reduziriam a pó caso eu
me desviasse
do caminho!
Talvez até fosse o
inconsciente dele se manifestando!..
Freud explica!!
Ontem conversei com
meu irmão..
Uma dessas conversas
de irmão,
que vocês sabem..Só eu tenho!!hehe....
Desliguei o telefone após horas de
conversa e desandei a
reescrever tudo
o que havíamos
conversado..Claro que
reescrevi à minha interpretação!..
E concatenei
todas as lembranças
fortes de
minha vida até essa chegada (formatura)!

A Freudiana...♥
Dedico esse filme a todos os amigos que me ajudaram e caminharam junto para a realização dessa conquista!
 
http://www.youtube.com/watch?v=IcwMGNJg2xc
BJOS, ANDRÉA.

A Freudiana...♥

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Se

Se és capaz de manter a tua calma quando Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa; De crer em ti quando estão todos duvidando, E para esses no entanto achar uma desculpa; Se és capaz de esperar sem te desesperares, Ou, enganado, não mentir ao mentiroso, Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares, E não parecer bom demais, nem pretensioso; Se és capaz de pensar — sem que a isso só te atires; Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires Tratar da mesma forma a esses dois impostores; Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas Em armadilhas as verdades que disseste, E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas, E refazê-las com o bem pouco que te reste; Se és capaz de arriscar numa única parada Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida, E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada, Resignado, tornar ao ponto de partida; De forçar coração, nervos, músculos, tudo A dar seja o que for que neles ainda existe, E a persistir assim quando, exaustos, contudo Resta a vontade em ti que ainda ordena: "Persiste!"; Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes E, entre reis, não perder a naturalidade, E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes, Se a todos podes ser de alguma utilidade, E se és capaz de dar, segundo por segundo, Ao mínimo fatal todo o valor e brilho, Tua é a terra com tudo o que existe no mundo E o que mais — tu serás um homem, ó meu filho!

Rudyard Kipling Tradução de Guilherme de Almeida